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A supervisão parental nas redes sociais e plataformas digitais precisa ser intensificada pelos responsáveis, conforme defendeu nesta terça-feira (20) Miriam Wimmer, diretora da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD). A declaração ocorreu durante um evento promovido no Tribunal de Contas da União (TCU) com o mote voltado à segurança digital de menores.

De acordo com o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, os provedores são obrigados a disponibilizar ferramentas gratuitas de controle. Com essa nova legislação, o papel da ANPD foi ampliado para abranger a fiscalização e a orientação sobre essas diretrizes tecnológicas.

Para a especialista, negligenciar esse acompanhamento equivale a deixar menores desamparados em locais de risco. Ela ressalta que a atuação familiar complementa as obrigações legais impostas ao Estado e às empresas de tecnologia.

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Miriam Wimmer também destacou que a legislação brasileira optou por criar mecanismos de controle e vinculação de contas, em vez de simplesmente banir o acesso de jovens às plataformas digitais, preservando a privacidade e mitigando riscos.

FONTE/CRÉDITOS: Luiz Claudio Ferreira - Repórter da Agência Brasil