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A arritmia cardíaca pode passar anos totalmente despercebida ou levar o paciente diretamente à UTI em poucas horas. Nesta segunda-feira (19), o deputado federal André Janones (Rede-MG) foi internado no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, apresentando falta de ar e um quadro grave dessa alteração no ritmo dos batimentos.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac), o distúrbio atinge cerca de uma em cada quatro pessoas ao longo da vida. A condição é responsável por aproximadamente 300 mil mortes súbitas anualmente no país, exigindo atenção médica imediata quando os sintomas começam a surgir de forma inesperada.

Sintomas e sinais de alerta

Enquanto alguns casos não apresentam nenhum sinal clínico, outros manifestam-se através de palpitações intensas e tonturas. O paciente também pode relatar escurecimento da vista, desmaios, suor frio, dores no peito e falta de ar constante, mesmo quando o corpo se encontra em total repouso.

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As origens do problema são diversas e podem incluir tanto condições do próprio músculo cardíaco quanto fatores externos. Hipertensão descontrolada, estresse excessivo, consumo elevado de cafeína, distúrbios da tireoide e até mesmo o uso de determinados medicamentos figuram entre os principais gatilhos para o descompasso.

Diagnóstico e tratamentos disponíveis

A investigação médica costuma iniciar com um eletrocardiograma simples, podendo avançar para exames mais complexos como o Holter de 24 horas. O acompanhamento com um cardiologista ou eletrofisiologista é fundamental para definir a conduta ideal para cada paciente.

As opções terapêuticas variam desde mudanças na rotina e uso de remédios antiarrítmicos até procedimentos avançados. Em quadros mais específicos, os médicos podem indicar a ablação por cateter, o implante de marca-passo ou o uso de desfibriladores para prevenir complicações fatais.

FONTE/CRÉDITOS: G1