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Uma paralisação de ônibus na zona sul de São Paulo surpreendeu passageiros na manhã desta segunda-feira (19), impactando diretamente as linhas do Lote D10 na capital paulista.

Os profissionais envolvidos prestavam serviço para a antiga Transwolff. Contudo, após a caducidade do contrato decretada em dezembro de 2025, a SPTrans assumiu a administração direta dos lotes D10 e D11.

A categoria aponta falhas trabalhistas e exige a regularização imediata dos repasses do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), além de ajustes nos benefícios.

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A Prefeitura de São Paulo, via Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e SPTrans, destacou que o protesto prejudicou 267 mil usuários do transporte, enquanto o lote D11 seguiu normal.

Para a gestão municipal, o movimento é considerado ilegal. A administração garantiu que salários estão em dia e que os valores de INSS e FGTS são depositados integralmente em juízo pela SPTrans.

Sobre o plano de saúde, a prefeitura explicou que uma nova licitação está em andamento e que o valor compensatório segue sendo pago conforme o acordo coletivo vigente.

Por fim, o poder público municipal declarou que os profissionais que aderiram à paralisação e não trabalharam terão os respectivos dias descontados em folha.

FONTE/CRÉDITOS: Agência Brasil