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Os tribunais regionais eleitorais de todo o país definiram neste sábado (24) quais urna eletrônica serão submetidas a auditorias no segundo turno das eleições gerais. Os equipamentos foram escolhidos por meio de sorteio ou por indicação de partidos políticos e entidades fiscalizadoras.

Nos quatro maiores colégios eleitorais — São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia —, serão 43 unidades fiscalizadas. Destas, 33 passarão pelo teste de integridade e dez pelo teste de autenticidade.

Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Ceará contarão com 35 equipamentos auditados. Em Roraima, menor colégio eleitoral, o procedimento abrangerá 20 unidades no teste de integridade e três no de autenticidade.

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As seções sorteadas para o teste de integridade recebem equipamentos reservas. As máquinas originais são lacradas e guardadas até o dia do pleito, enquanto cédulas de papel são preenchidas por representantes partidários.

No domingo (25), servidores públicos realizam a conferência comparando os votos em papel com os registros digitais. Parte dessas unidades também passa pela verificação com biometria de eleitores voluntários.

Verificação de sistemas e zerésima

O TSE realizou neste sábado uma cerimônia para checar os sistemas de processamento de resultados. A auditoria confirmou que não houve nenhuma alteração nos programas oficiais.

Também foram emitidas as chamadas zerésimas, relatórios que comprovam a ausência de votos prévios no sistema de totalização antes do início oficial da votação.

FONTE/CRÉDITOS: Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil