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Nesta sexta-feira (23), dezenas de entidades da sociedade civil entregaram ao Tribunal Superior Eleitoral uma nota pública expressando profunda apreensão quanto aos riscos de censura nas redes sociais. O documento foi formalizado por organizações sociais, sindicatos e movimentos populares integrados ao DiraCom.

O grupo aponta que as empresas de tecnologia operam com opacidade na moderação de conteúdos.

Conforme o texto divulgado, existem forças que tentam abalar a integridade das eleições de 2026 no país.

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"Forças poderosas atuam contra as eleições de 2026 no Brasil, com o objetivo de desestabilizar a integridade do processo eleitoral", aponta o documento oficial.

Usuários e comunicadores relataram bloqueios de contas e quedas artificiais no alcance de suas postagens. Houve ainda o impedimento de anúncios na conta oficial do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva.

O TSE também foi alvo de questionamentos sobre decisões recentes atribuídas ao comando da Corte eleitoral.

A petição foi direcionada ao corregedor da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, reforçando que restrições à desinformação exigem provas e respeito ao devido processo.

Decisão sobre o canal

Em paralelo, o ministro Floriano de Azevedo Marques determinou que o canal "Exército do Lula" não pode sofrer novas suspensões por ordens individuais na Corte.

A medida bloqueia novas tentativas de interrupção do canal, que foi criado pelo deputado federal André Janones.

A controvérsia iniciou após pedido da campanha de Flávio Bolsonaro, resultando em escrutínio sobre as publicações do grupo.

FONTE/CRÉDITOS: Agência Brasil