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O ex-presidente da Venezuela Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, compareceram nesta quinta-feira a um tribunal em Nova York para responder a novas acusações de conspiração e tortura contra opositores políticos.
As denúncias foram formalizadas pelo governo dos Estados Unidos e ampliaram o processo criminal contra o casal, que já respondia por suposto envolvimento com o narcotráfico internacional.
Durante a audiência perante o juiz federal Alvin Hellerstein, os advogados de defesa reiteraram que ambos se declaram inocentes das novas imputações apresentadas pela promotoria de Manhattan.
De acordo com as investigações conduzidas pelas autoridades americanas, o plano para reprimir dissidentes contava com a anuência direta do casal, embora eles não sejam apontados como executores materiais dos abusos.
A captura de Maduro ocorreu em janeiro deste ano, durante uma operação militar ordenada pelo presidente Donald Trump na residência oficial em Caracas. Desde então, os dois permanecem detidos no Brooklyn.
O julgamento definitivo do caso foi agendado para o dia 1º de junho de 2027. Caso sejam considerados culpados em todas as instâncias das acusações atuais, ambos enfrentam penas severas de reclusão.
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