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Um mês após a trágica morte de Isabelle Caracristi, sua mãe, a professora universitária Isorlanda Caracristi, utilizou as redes sociais para prestar uma emocionante homenagem e cobrar rigor da justiça. Em um vídeo detalhado, ela afirmou que a filha continua viva em suas memórias e destacou que enfrenta dias de profunda dor, mas amparada por familiares e amigos.
Durante o desabafo, Isorlanda direcionou graves acusações ao ex-namorado da estudante, João Munhoz Neto. Segundo a professora, depoimentos colhidos pela polícia indicam que ele teria praticado assédio não apenas contra Isabelle, mas também contra outras mulheres no ambiente de trabalho.
Investigação e liberdade
João Munhoz Neto passou dez dias detenido após ser apontado por atrapalhar as investigações. O inquérito policial foi concluído em 30 de setembro com 17 laudos periciais, apontando precipitação voluntária da estudante. Ele acabou indiciado por violência psicológica e fraude processual, mas atualmente responde em liberdade sob medidas cautelares, incluindo uso de tornozeleira eletrônica.
A defesa do investigado, representada pela advogada Lígia Peixe, sustenta a inocência do cliente e afirma que a liberdade representa apenas a primeira etapa para comprovar que ele não cometeu os crimes apontados pelas acusações.
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